quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Vídeo produzido pela UJS/MS e comitê passe livre.
Vamos à luta!

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

“Nós não vamos pagar nada!” “A gente quer inteiro e não pela metade!”

No ano de 1993 os estudantes conquistaram seu direito ao passe do estudante. Sem dúvida, falamos de uma conquista da juventude que tornou-se um direito adquirido e universal no município de Campo Grande. Apesar da conquista, o direito dos estudantes está sendo cerceado: a quantidade de passes foi reduzida e as linhas estão vigiadas; já somos vítimas do fiscal eletrônico e agora nos deparamos com a MINUTA DO CORTE DO PASSE.

Além de ser a tarifa mais cara do Brasil, o transporte público da capital sul-matogrossense eliminou progressivamente postos de trabalho dos cobradores; a péssima qualidade é um problema conhecido por toda a população usuária. E agora devemos pensar: quem são os culpados? Os estudantes ou a ganância e lucro das empresas contra toda a população.

É nosso dever a defesa do passe livre. Não vamos aceitar mais nenhuma limitação ao nosso direito. Por motivo algum vamos admitir restrição aos alunos, sejam eles da rede privada ou pública; alunos do ensino fundamental, médio ou superior, nem por renda nem cadastro sócio-econômico nem nenhuma outra cama de gato contra o estudante.

NÃO ao meio passe!

NÃO à restrição dos alunos da rede particular!

NÃO à submissão do passe à renda familiar!

SIM ao PASSE LIVRE ESTUDANTIL para TODOS!!

Comitê Passe livre estudantil para TODOS:

DCE-UFMS; DCE-Uniderp; UCE; UJS; JPDT; JPT;

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Líderes estudantis não aceitam mudança na lei do passe

Ítalo Zikemura


Qualquer medida que reduza a gratuidade de passagem no transporte coletivo para estudantes terá a oposição dos líderes do movimento estudantil, avisa o coordenador do DCE (Diretório Central dos Estudantes) da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Arthur D’ámico.
O DCE é totalmente contrário a essa proposta, afirma. “É uma conquista dos estudantes do começo da década de 90, e [a restrição seria] um retrocesso, já que todas as entidades estudantis querem ter esse modelo de passe do estudante de Campo Grande, onde o passe estudantil é integral. Essa proposta de renda familiar até pode ser um dos dados para ser usado de critério no caso em que o estudante esteja utilizando mal o passe. Mas todos têm o direito do passe integral. É um direito”, diz D’ámico.

No seu entender, a má utilização do benefício, como o grande número de faltas, abandono escolar, são pontos que podem ser discutidos e implementados, mas a gratuidade completa seria irrevogável.

Para o presidente do DCE da Uniderp, Junior Koh,l a proposta é um absurdo. “Nós, do movimento estudantil, não deixaremos que isso aconteça e da mesma forma que conquistamos esse direito, iremos lutar para mantê-lo, seja no discurso, seja na mobilização acadêmica, seja na luta. O que tiver que ser feito, será feito. Nós não deixaremos o estudante perder esse direito. Estamos em total desacordo com esta proposta e faremos da mesma forma que conquistamos, com luta, para mantê-lo.”

Fonte: Midiamax

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nota de solidariedade ao MST e contra a criminalização dos movimentos sociais


A União da Juventude Socialista vem por meio desta manifestar solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), alvo de persistente campanha de criminalização através dos veículos da grande mídia e de políticos conservadores, agora inclusive com a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito contra a entidade.

Não é a primeira ofensiva de tais setores, que desprezam a democracia e dão as costas às justas demandas do povo, contra os movimentos sociais. Entidades estudantis, sindicatos e centrais sindicais também têm sido alvejados pelas constantes tentativas de desmoralizar as lutas populares e impedir o aprofundamento de mudanças progressistas em nosso país.

Nesse embate, a UJS reitera sua posição de apoio às lutas do povo e às suas entidades, bem como empenha-se contra a criminalização dos movimentos sociais e para desmascarar os objetivos reacionários que conduzem tal campanha.
Executiva Nacional da UJS

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domingo, 11 de outubro de 2009

Clique aqui para ouvir a entrevista com o diretor da UNE MS/MT, Artur D'amico

A Senadora Marisa Serano, em entrevista concedida à Rádio Web, falou sobre a fraude do ENEM e atacou a UNE, demonstrando-se muito preocupada com os estudantes de todo o Brasil. Vale lembrar, a senadora tucana, é a mesma que relatou o projeto para cotas de meia entrada para os estudantes, uma agressão aos direitos da juventude.
Após o depoimento descabido da senadora inimiga dos estudantes, Artur D'amico, diretor da UNE - MS/MT e coordenador geral do DCE da UFMS, comenta sobre a medida adotada pela Ministério da Educação.
Ouçam através do link:

http://radiowebms.com.br/audios/4084.html

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vídeo: Além de trazer as Olimpíadas, ministro do Esporte ataca de sambista

Até pouco tempo atrás seria impossível coisas desse tipo, mas hoje em dia o brasileiro pode se orgulhar de estar representado no governo da República. Sim, aqui você verá um ministro que cai no samba e se orgulha disso. Afinal, somos brasileiros! Orlando Silva, ex-presidente da nossa gloriosa e combativa UJS, é um ministro popular! Parêntese: antes que alguém venha falar, a roda de samba aconteceu num domingo.

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“Da campanha "O Petróleo é Nosso ao Pré-Sal: A UNE a favor do Brasil!”

Com o anúncio das riquezas submarinas descobertas em águas profundas da costa brasileira, a diretoria da União Nacional dos Estudantes passou lutar por mais uma bandeira. A UNE defende que 50% do Fundo Social, que será criado com os recursos da exploração do petróleo, sejam investidos na Educação. Leia a entrevista com o estudante Augusto Chagas, presidente da UNE, que explica a posição da entidade.


Por que a UNE decidiu entrar nessa campanha pelo Pré-sal?


Não é de hoje que a União Nacional dos Estudantes defende o patrimônio territorial e econômico do Brasil. Nos anos 50 a entidade foi protagonista de uma das movimentações mais importantes para o país, lembrada até os dias atuais como a campanha “O Petróleo é Nosso”. Naquele período – que foi de 1947 até 1953 – a UNE uniu a sociedade brasileira, indo contra aos que defendiam um modelo neoliberal, em que o ciclo do petróleo fosse para as mãos de empresas privadas e estrangeiras.
Assim, foi natural pensarmos nisso quando a Petrobras anunciou ter localizado nas camadas pré-sal elevado potencial petrolífero. O fato das reservas do óleo no país poderem quintuplicar (dos atuais 14,2 bilhões de barris chegando a 70 bilhões) demonstra que o Pré-sal é um imenso patrimônio do Brasil e que deve servir aos interesses da Nação. Por isso, a UNE volta a mobilizar a sociedade na luta para garantir que a riqueza do Pré-sal fique com o nosso povo. O mote que adotamos é: “Da campanha “O Petróleo é Nosso” ao Pré-Sal: A UNE a favor do Brasil!

Como os recursos do Pré-sal podem melhorar a vida do brasileiro?


Com a criação de um fundo constitucional, que terá como recurso a arrecadação da União com o Pré-sal e outras áreas estratégicas, e que deve ser destinado para educação, cultura, ciência e tecnologia, meio-ambiente, combate a pobreza e desenvolvimento do país, com percentagem definida por lei para cada área. Este instrumento, além de garantir o investimento em áreas estratégicas, impede o dispêndio desta riqueza com o pagamento da divida pública.
No governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (FHC), as opções privatistas adotadas influenciaram diretamente na política de exploração do petróleo. Na época, esse setor conservador que governava o país diminuiu a participação da União na Petrobras, restando na mão do Estado brasileiro apenas 39% das ações da empresa. Além disso, retirou o exercício exclusivo do monopólio da União por uma única empresa estatal - só não conseguiram privatizar a Petrobras graças ao combate feito pela UNE e diversos setores da sociedade nesses anos neoliberais.

Qual o foco da campanha da UNE?

Historicamente lutamos pelo avanço da educação e para ampliar os investimentos na área. A União Brasileira dos Estudantes terá novamente papel principal nessa fase. A entidade passa a partir de agora a concentrar toda sua força, com o apoio dos estudantes, na defesa de dois eixos fundamentais:

· 50 % do Fundo do Pré-Sal para educação;

· Por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal.

Consideramos indispensável a aprovação de um novo marco regulatório que garante o controle estatal da produção do petróleo. A idéia é fortalecer a Petrobras, patrimônio conquistado na campanha “O Petróleo é Nosso”, de modo que ela seja a operadora exclusiva do Pré-Sal. O Estado precisa, assim, retomar o capital acionário da empresa, saindo da condição vergonhosa em que se encontra, na qual praticamente 60% de suas ações estão nas mãos da iniciativa privada, em especial do capital estrangeiro. Isso foi fruto da lei do petróleo de 1997, do governo neoliberalista de FHC.
Deve também constar desta mudança da lei do petróleo uma nova divisão da rendas advindas dos royalties e participação especial, garantindo, desta forma, uma redistribuição para todo o país que contribua para a diminuição das desigualdades regionais e para o pleno desenvolvimento da nação. Essa é a proposta da União Nacional dos Estudantes, herdeira e protagonista da luta por um Brasil soberano.

FONTE: WWW.UNE.ORG.BR

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

UJS, 25 ANOS DE LUTA

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

UJS repudia declarações do Governador de MS

Mais uma vez o governador de Mato Grosso do Sul fez declarações polêmicas envergonhando a população sul-mato-grossense nacionalmente. Deste vez, o alvo de ataque foi o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ocorre que o governador quer a liberação para o plantio da cana na Bacia do Alto Paraguai, e o ministério, com coerência, fez limitações à cerca deste novo "empreendimento" no Estado.
O empasse não ficou só no campo das discussões técnicas. Nesta semana, o governador fez declarações homofóbicas e intolerantes, ameaçando estuprar em praça pública o ministro, caso ele viesse à cidade.
Sem noção, pediu desculpas posteriormente, alegando ter dito em tom de brincadeira.
Brincadeira, governador?

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Parabéns, UJS!

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Plenária da UJS aprova calendário, atividades dos 25 anos e alterações na direção nacional


Na sequência do vitorioso 12º Coneg da UBES, os trabalhos da militância juvenil socialista continuaram intensos entre 7 e 9 de setembro. Foram realizados, nesses dias, também no Rio de Janeiro, o Encontro Nacional de Estudantes Secundaristas da UJS e a Plenária Nacional da entidade, que deliberou sobre extensa pauta. A Plenária Nacional teve participação de 75 dirigentes da UJS, vindos de 17 estados, que se debruçaram sobre a atualização do planejamento estratégico da Organização, debates das frentes, mudanças na direção, avaliação do Congresso da UNE, plano para o Congresso da UBES e calendário de comemorações dos 25 anos da UJS.

Para o novo diretor de Organização da UJS, André Tokarski, a plenária cumpriu papel de colocar em revista a resposta que a entidade tem dado aos desafios até aqui e impulsionar uma série de ações até o Congresso. "Esta plenária foi muito qualificada e representativa, traçou um panorama de como temos nos comportado nos estados e nas frentes de atuação, além de, principalmente, traçar perspectivas promissoras para as lutas políticas que enfrentaremos até o Congresso da UJS", avaliou.

Frentes de atuação e alterações na DN

Os informes especiais apresentados pelas frentes de atuação de Jovens Cientistas, Jovens Trabalhadores, Jovens Mulheres, Esporte, Cultura e LGBT/Diversidade Sexual, cada uma com plano de ação e prioridade instituída, demonstra que a orientação da autonomia das frentes, elaborada no 14º Congresso, já começa a ter consequências positivas. Também apresentaram seus balanços e perspectivas a área temática de Solidariedade Internacional e as áreas de trabalho Comunicação, Formação e Finanças.

Tendo em vista que alguns militantes assumiram outras tarefas políticas nos últimos meses, também foi apreciada uma proposta de alteração nos quadros da Direção Nacional da UJS, na composição da Comissão Diretora e nas tarefas da executiva. As mudanças estão no quadro ao final da matéria.

Antecipar a preparação do 15º Congresso da UJS

Uma das decisões da Plenária foi aproveitar o período favorável, que comporta as comemorações dos 25 anos da UJS e a mobilização para as eleições da UBES para antecipar o processo de filiações de novos militantes com vistas ao próximo Congresso da UJS, a ser realizado em 2010.

Marcelo Gavião, presidente da entidade, frizou que "é necessário construir o Congresso da UJS desde agora. Devemos aproveitar as atividades de agora para apresentar a entidade, trazer mais e mais jovens para nossas fileiras, organizar os núcleos. Assim, conseguiremos jogar papel decisivo em 2010. Não tem sentido fazer isso apenas no ano do Congresso".

Como parte dessa orientação, foram apresentados os projetos de Rio de Janeiro e Salvador para sediar o 15º Congresso Nacional da UJS, com propostas de infra-estrutura, possíveis locais das plenárias e de visitação turística, além de parcerias para viabilizá-los. Além disso, deve ainda ser apresentada, na plenária de dezembro de 2009, a primeira versão os documentos políticos do Congresso.

Encontro Nacional de Estudantes Secundaristas da UJS

Do Encontro, participaram quatrocentas militantes, entre dirigentes da UJS e lideranças do recém lançado movimento "Arrastando Toda a Massa", para discutir o papel dos estudantes secundaristas na luta por um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento e nas eleições de 2010; a contribuição secundarista ao longo dos 25 anos de construção da UJS e os objetivos a serem cumpridos no bojo do 38º Congresso da UBES.

"Não poderia ter sido melhor. Após um Coneg em que dobramos nossa mobilização, iniciar um processo de Congresso da UBES debatendo com tantas lideranças, que saem convencidas das nossas bandeiras e dispostas arrastar a massa para conquistá-las, é fundamental para a vitória que desejamos", diz Titi Alvares, que acaba de ser indicada diretora de movimento secundarista da UJS.

Titi salienta que será uma grande responsabilidade da militância secundarista fazer com que o novo método eleitoral da UBES dê certo. "Será necessário um esforço muito grande, pois atingiremos, em eleições em urna, milhares de escolas. Portanto, tem que ser um processo de muita mobilização e envolvimento dos militantes e que também vai exigir muito diálogo político com outras forças, para diminuir os atritos e consolidar esse método, que é novo para todo mundo", diz.
Fonte:www.ujs.org.br
Fernando Borgonovi, diretor de Comunicação da UJS

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Caravana da UJS/MS faz primeira parada no congresso do DCE da UEMS


Durante os dias 4 a 7 de setembro, ocorreu na cidade de Amambaí, próximo à fronteira com Paraguai, o 14° congresso do Diretório Central dos Estudantes da UEMS que elegeu nova diretoria apoiada pela UJS de Mato Grosso do Sul.
A chapa única, “União e trabalho. Por um DCE mais democrático” foi eleita por aclamação e têm como presidente Fernando Machado, estudante de Direito, unidade de Dourados. O novo diretor de formação política e militante da UJS, Francisco Edson Kiko, afirma que a gestão cumprirá um papel importante na história do movimento estudantil da universidade que acaba de completar 15 anos, “a princípio, o rumo do nosso trabalho está concentrado em fortalecer as entidades de base de todas as unidades da UEMS”.
O núcleo da UJS na UEMS é formado por estudantes de diversos cursos da universidade e destacam-se como uma base fortalecida e atuante.
Esta foi a primeira parada da caravana da UJS/MS pelo Estado.
Novas filiações nas cidades do interior, após o 51° Conune, marcam o momento inédito que a entidade vivência. “Vamos visitar várias cidades do interior, levando a luta pelo socialismo, e a importância da juventude se organizar para reivindicar, fazendo valer seu papel de protagonista nas principais mudanças da sociedade.”, afirma Waldely Vaneli, presidente da UJS/MS.
São momentos de reafirmação da ideia de que um sonho sonhado por muitos, torna-se realidade. Neste sentido, queremos em cada canto do estado de Mato Grosso do Sul, chamar a juventude para a atuação coletiva estimulando ações nas escolas, universidades e movimentos culturais, buscando ampliar os espaços de diálogo, e principalmente mobilizar a juventude para a conquista de uma sociedade mais justa, uma sociedade socialista.

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu sou UJS - Parte 2

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domingo, 2 de agosto de 2009

Eu sou UJS - (Parte 1)

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Augusto Chagas (novo presidente da UNE): Mídia na contramão


O tratamento dispensado por parte da chamada grande mídia às organizações do movimento social no Brasil sempre foi o da desqualificação, criminalização e combate aberto. Com a UNE a situação não é diferente, mas houve, no último período, uma elevação no tom maldoso e até inescrupuloso com o qual esses veículos têm tratado a entidade que representa os estudantes universitários brasileiros.
A UNE acaba de sair do seu 51º Congresso, um dos mais importantes e o mais representativo da sua história. Mais de 2.300 instituições de ensino superior elegeram representantes a este fórum, contabilizando as impressionantes marcas de 92% das instituições envolvidas, mais de 2 milhões de votos nas eleições de base e de 4 milhões e meio de universitários representados.
Nosso Congresso mobilizou estudantes de todo o país, que por cinco dias debateram o futuro do Brasil – a Popularização da Universidade, Reforma Política, Democratização da Mídia, Defesa do Pré-Sal, etc. Se a imprensa brasileira trabalhasse a favor da democracia, esses assuntos seriam manchete em todos os jornais, rádios e canais de televisão e a disposição da juventude em lutar por um país melhor seria divulgada.
No entanto, estes veículos nos dedicaram tratamento bem diferente nestas duas últimas semanas. Cumprindo com fidelidade o ensimanento de Goebbels – uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade – a mídia escandalosamente busca subterfúgios para atacar a UNE, taxando-a de governista, vendida, aparelhada e desvirtuada de seus objetivos. Com isso, tenta impor a todos os seus pontos de vista, sem qualquer mediação ou abertura para apresentar o outro lado da notícia.
Uma destas grosserias tem a ver com o recebimento de patrocínios de empresas públicas por parte da entidade. A UNE nunca recebeu recurso público para aplicá-lo no que bem entendesse. Recebe sim, e isto não se configura em nenhuma irregularidade, apoio para a construção de nossos encontros. Tampouco, estas parcerias comprometeram as posições políticas da entidade. Não nos impediu, por exemplo, de desenvolver uma ampla campanha – com cartazes, debates, passeatas e pronunciamentos – exigindo a demissão de Henrique Meirelles da presidência do Banco Central, que foi indicado por este mesmo governo. Não nos furtamos de apresentar nossas críticas ao MEC por sua conivência ao setor privado da educação, como no caso do boicote que convocamos ao ENADE por dois anos consecutivos.
Mas, onde estavam os jornais, as TVs, rádios e revistas para noticiar essas manifestações? Reunimos, em julho de 2007, mais de 20 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios para pedir mudanças na política econômica do governo Lula e nenhuma nota foi publicada ou divulgada sobre isso.
Os mesmos jornais que se horrorizam com o fato de termos recebido recursos para reunir 10 mil estudantes de todo o Brasil não parecem incomodados em receberem, eles próprios, um montante considerável de verbas publicitárias do governo federal. Em 2008, as verbas públicas destinadas para as emissoras de televisão foram de R$ 641 milhões, já os jornais receberam quase R$ 135 milhões.
Ora, por qual razão os patrocínios recebidos pela UNE corrompem nossas ideias enquanto todo este recurso em nada arranha a independência destes veículos? A UNE desafia cada um deles: declarem que de hoje em diante não aceitam um centavo em dinheiro público e faremos o mesmo! De nossa parte temos a certeza que seguiremos nossa trajetória!
Com certeza não teremos resposta. Pois não é esta a questão principal. O que os incomoda e o que eles querem ocultar é a discussão sobre o futuro do Brasil e a opinião dos estudantes.
Não querem lembrar que durante a década de 90 os estudantes brasileiros – em jornadas ao lado das Centrais Sindicais, do MST e de outros movimentos sociais - saíram às ruas para denunciar as privatizações, o ataque ao direito dos trabalhadores e a ausência de políticas sociais. Que foram essas manifestações que impediram o governo Fernando Henrique Cardoso de privatizar as universidades públicas através da cobrança de mensalidades.
Não reconhecem que após a eleição do presidente Lula, a UNE manteve e ampliou suas reivindicações. Resultado delas, conquistamos a duplicação das vagas nas universidades públicas, o PROUNI e a inédita rubrica nacional para assistência estudantil, iniciando o enfrentamento ao modelo elitista de universidade predominante no Brasil. Insinuam que a UNE abriu mão de suas bandeiras históricas, mas esquecem que não há bandeira mais importante para a tradição da UNE do que a defesa de uma universidade que esteja a serviço do Brasil e da maioria do nosso povo!
Não se conformam com a democracia, com o fato de termos um governo oriundo dos movimentos sociais e que, por esta trajetória, está aberto a ouvir as reivindicações da sociedade.
A UNE não mudou de postura, o que mudou foi o governo e o Brasil e é isso que os conservadores e a mídia que está a serviço desses setores não admitem. Insistem em dizer que a UNE nasceu para ser ‘do contra’. Rude mentira que em nada nos desviará de nossa missão!
Saibam que estamos preparados para mais editoriais, artigos, comentários e tendenciosas ‘notícias’. Contra suas pretenções de uma sociedade apática, acrítica e sem poder de contestar os rumos que querem impor ao nosso país, eles enfrentarão a iniciativa criativa e mobilizadora dos estudantes na defesa de um novo Brasil. Há de chegar o dia em que teremos uma comunicação mais justa e equilibrada. A UNE e sua nova diretoria estão aqui, firmes e à disposição do verdadeiro debate de rumos para o Brasil!


* Artigo originalmente publicado no site da revista Carta Capital (http://www.cartacapital.com.br)

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Bancada de MATO GROSSO DO SUL marca presença no 51° Congresso da UNE


Com muita irreverência e ousadia, a expressiva bancada de Mato Grosso do Sul chegou a Brasília na manhã de quarta – feira, dia 15, para participar do 51° Congresso da UNE, o congresso mais representativo da história. Depois de 19 horas de viagem, o cansaço não abateu a aguerrida galera do movimento “Da Unidade Vai Nascer a Novidade”, que ao passar pelos corredores da UNB, apelidados de ‘Minhocão’, chamava atenção pelas palavras de ordem e por levarem em mãos a guampa de tereré: “A unidade é guaicuru a novidade é mato grosso do sul.”
A bancada foi composta por delegados, suplentes e observadores das três universidades da capital, UNIDERP, FES, UFMS, e as IES do interior, UEMS e UFMS de Paranaíba, UNIGRAN e UEMS de Dourados, FINAV de Navirai, UFMS de Corumbá e UEMS de Amambaí, demonstrando assim, a representatividade que o estado de Mato Grosso do Sul teve pela primeira vez em um Congresso da UNE. Toda delegação totalizou em 75 universitários.
Na manhã de quinta-feira, dia 16, cerca de 3 mil estudantes, entre eles, a bancada de MS, aguardavam ansiosamente a chegada do presidente Lula no 1° Encontro Nacional dos Bolsistas do ProUNI, evento que integrava a programação do Congresso. Ao entrar, Lula foi ovacionado pelos estudantes que o saudavam com as palavras: “Lula guerreiro do povo brasileiro”. Uma das reivindicações dos estudantes, apresentadas ao presidente pela Lúcia Stumpf, presidente da UNE na gestão cessante, consiste na ampliação das vagas do ProUNI. Na ocasião, Gialyson Corrêa, militante da UJS/MS e delegado pela UNIDERP, onde é bolsista do ProUNI, concedeu uma entrevista que pode ser lida em portal vermelho: www.vermelho.org.br

Em seguida, todos seguiram em direção à catedral de Brasília para se juntar as centrais sindicais, movimentos sociais, petroleiros e professores na grandiosa passeata contra a CPI instalada no congresso, e em defesa da Petrobrás. Aproximadamente 10 mil pessoas participaram da caminhada. Para Waldely Vaneli, presidente da UJS/MS este é um momento histórico para a militância, “acredito que cada militante da UJS/MS após participar desse momento volta para sua casa, acreditando que através de mobilizações como essa, podemos mudar a realidade, fortalecendo a nossa luta cotidiana no Estado.”
Ao todo, 25 debates de diferentes temáticas integraram a programação do CONUNE. Francisco, mais conhecido como Kiko, estudante da UEMS de Amambaí e militante LGBTT, participou do grupo de discussão contra homofobia, e afirma que saiu da reunião decidido a seguir lutando, “eu olhava ao redor e percebia que tinha milhões de pessoas que pensam e lutam pelas mesmas causas que eu”, neste sentido, Kiko relata sobre o papel fundamental dos delegados no congresso, “não posso deixar de participar das atividades do CONUNE, estou aqui representando todos os universitários da unidade onde estudo”.

Os quatro dias em Brasília foram permeados por discussões, plenárias e reuniões na UNB, realizadas pelas várias forças políticas e grupos independentes que participaram do congresso. Ao contrário do que alguns poucos dizem, não sobrou tempo hábil para o ócio.
Na plenária final, a chapa defendida pela bancada sul-mato-grossenses, ficou com a maioria dos votos, elegendo Augusto Chagas com 72%, o novo presidente da UNE. Augusto é militante da UJS e ex- presidente da UEE/SP.

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terça-feira, 21 de julho de 2009

Estudantes do Prouni querem ampliação de vagas


Os 10 mil estudantes que vieram dos 29 estados brasileiros para o 51º Congresso Nacional da UNE encheram o Centro de Convenções Ulisses Guimarães, na manhã desta quinta-feira (16) para a abertura do 1º Encontro Nacional do Prouni que faz parte da programação do Congresso. Em meio aos muitos beneficiados do Prouni, encontramos Gialyson Corrêa (foto). Ele, a exemplo dos demais, defende a ampliação das vagas do Prouni.
Estudante de Jornalismo da Uniderp (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal) de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Gialyson, 18 anos, se sente privilegiado por ter conseguido uma vaga no ensino superior que, segundo ele, é monopólio da elite.
Com militância política desde o ensino médio, Gialyson critica o ensino que coloca o socialismo e Marx “em um cantinho da história”. “Eles (professores, currículo e toda a estrutura) querem enquadrar todos no modelo capitalista”, queixa-se.
A inclusão dos alunos pobres e negros na universidade vai dar uma nova cara ao ensino superior, acredita ele. A presidente da UNE, Lúcia Stumpf, em seu discurso, confirma as palavras de Gialyson. Ela disse que o estudante pobre que vai fazer arquitetura está mais interessado em urbanizar a favela do que decoração de ambiente; enquanto o estudante de medicina quer fortalecer o SUS (Sistema Único de Saúde ) ao invés de atuar em Clínica de Estética.
A ampliação das vagas no Prouni é a luta dos estudantes. Apenas 12% da juventude brasileiro chega às universidades. Desse total, 80% estão nas universidades privadas. Gialyson engrossa o coro dos dirigentes estudantis quando diz que “estamos aqui lutando pelos outros 88% que não têm chance de cursar o ensino superior.
Ele elogia o Governo Lula, que criou o Prouni e o FIES (Programa de Financiamento Estudantil), garantindo inclusão dos mais pobres ao ensino superior, e o diálogo estabelecido pelo governo com o movimento estudantil. “Vai ter uma reforma, ele vai ouvir a gente”, acredita Gialyson.

De Brasília
Márcia Xavier

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Criação do Fórum Moreninhas Em Debate



Foi realizado na semana passada, dia 30, com a participação massiva da juventude e moradores da região a fundação do Fórum Moreninhas em Debate. A reunião aconteceu na sede da base do PCdoB no bairro. Estiverem presentes várias frente de juventude e lideranças comunitárias, como, o presidente estadual e municipal do PCdoB, Moacir de Abreu e Mario César, presidentes da base da UJS na região e do presidente municipal da UJS, Yuri Rodrigo e Wilson Osmar, presidenta do Grêmio da escola Waldemir Barros da Silva - maior escola da região - Anne Muriel, representante da JPT, Raoni, Coringa, liderança da moreninha 3, Tuica e Léo, lideranças da Cidade Morena, Aleixo Lárrea, liderança da Moreninha 2.
A criação do grupo vem da necessidade de discutir as carências da região das moreninhas, trazendo assim toda a população para o debate. O fórum não perdeu tempo. Em sua criação uma das pautas mais debatidas foi o toque de recolher, neste sentido, foi agendada uma atividade para dia 31 de Julho na escola Waldemir Barros da Silva no intuito de discutir junto com os alunos essa medida inconstitucional e fascista do toque de recolher. O delegado que propôs a medida é da região e será convidado à ouvir a juventude.
Para Wilson Osmar a criação do fórum significa um grande salto, “ agora podemos discutir de igual pra igual, com aqueles que estão lá para nos representar, estamos nos organizando para deixarmos de ser coadjuvantes de nossa história e nossa realidade.” Relata Wilson.
A União da Juventude Socialista apoia e participará com toda a força desse movimento, estaremos na luta por um bairro melhor, com dignidade para todos que aqui habitam e para que daqui comecemos a exportar essa idéia para toda região da cidade, estado e nosso país.


Até a vitória sempre
Saudações socialistas

Por Wilson Osmar, presidente municipal da UJS

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Congresso da UNE: momento privilegiado para filiar à UJS

Os processos congressuais são, para os militantes da União da Juventude Socialista, momentos importantes de elaboração política e organização da rede do movimento estudantil. Para além disso, esses processos devem ser entendidos como amplas mobilizações de massa pelas ideias progressistas apresentadas pelos movimentos constituídos pela UJS e seus aliados.

Sendo assim, é o momento privilegiado também para apresentar a entidade dos jovens socialistas, sua história e seus objetivos para milhares de estudantes, buscando filiá-los e trazê-los para a luta revolucionária. Nesse vídeo, Marcelo Gavião, presidente nacional da UJS, apresenta a entidade em plenária realizada no Congresso da UEE-SP

Fonte: www.ujs.org.br

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Chapa “Da Unidade” vence na Federal do Mato Grosso do Sul


Através da disputa entre as chapas “Da Unidade Vai Nascer a Novidade” - encabeçada pela UJS e composta por acadêmicos de todos os centros da universidade - e a chapa “A UNE é para lutar”, ligada à corrente Articulação de Esquerda - PT, os estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS escolherem os representantes para o 51° Congresso da UNE, nesta quarta – feira, dia 17.
A votação aconteceu durante dia inteiro na universidade, finalizando às 20 horas com um resultado expressivo nas urnas - ao todo, 699 alunos votaram, 30 deles nulos e brancos. A chapa “Da Unidade” obteve 595 votos, totalizando em 5 delegados e “A UNE é para lutar” 74 votos, 1 delegado.

O movimento “Da Unidade Vai Nascer a Novidade” em Mato Grosso do Sul é amplamente composto por várias lideranças estudantis e conseguiu aglutinar os principais DCEs da capital, Campo Grande, fazendo juz ao nome.

Nesta fase final, o movimento reunirá seus militantes e delegados para debater a tese todos os finais de semana. “É a primeira vez que Mato Grosso do Sul organiza uma grande bancada em torno de um movimento. Movimento expressivo não apenas em números, mas também em discussão política em defesa da luta dos estudantes”, relata Rafaela Muniz, coordenadora do movimento em MS.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Atenção "Da unidade vai nascer a novidade"

Nesta quarta, dia 17, acontecerá na UFMS a eleição para escolha de delegados que representaram a universidade no 51° Congresso da Une.
Convocamos toda a galera do movimento "Da unidade vai nascer a novidade" para participar deste importante momento.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

PEC da Juventude: uma semana decisiva


Por Danilo Moreira*

A PEC da Juventude transformou-se em uma das principais bandeiras dos movimentos juvenis e demais atores sociais e institucionais que vêem nos marcos legais instrumentos indispensáveis para a consolidação das políticas públicas de juventude como uma agenda irreversível do Estado Brasileiro.

Esta reivindicação que alcançou projeção após a 1ª Conferência Nacional de Juventude, já extrapolou o legislativo federal e propostas semelhantes tramitam em várias Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais. Longe de ser uma demanda burocrática, a institucionalização de marcos legais é a expressão de um momento em que podemos aproximar sonho e realidade quando falamos em mais direitos para este segmento populacional.

Aos poucos, o campo das Políticas Públicas de Juventude e o Conselho Nacional de Juventude, em especial, vai avançando no conhecimento dos trâmites legislativos. O caso desta PEC é emblemático, pois cada passo adiante foi - é e será - sempre resultado de um enorme esforço conjunto no qual há a combinação da legítima pressão social e do diálogo com o Parlamento. A atual PEC 42/2008 foi apresentada em 2003 e aprovada em 2008 pela Câmara do Deputados. Nesta longa tramitação contamos com o apoio de vários parlamentares, mas o impulso principal veio mesmo da forte mobilização de 400 mil participantes na 1ª Conferência Nacional de Juventude e de campanha iniciada após sua realização.

Depois de sua aprovação na Câmara, a PEC da Juventude chegou ao Senado em novembro de 2008 e, caso seja aprovada sem modificações naquela Casa, será incorporada ao texto constitucional. Parece simples, mas não é. Para termos uma idéia, depois de aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, a PEC precisa ser votada em dois turnos pelo plenário do Senado, sendo que o debate sobre a matéria fica aberto por cinco sessões ordinárias no primeiro turno e por três sessões em segundo turno de votação. No último dia 28 de maio alcançamos a terceira sessão e caso entre na pauta das duas próximas sessões, poderemos ter a votação, em primeiro turno, ainda nesta semana.

Acontece que a quantidade de temas e debates que chegam ao Plenário do Senado é muito grande e é nesta disputa de prioridades que se insere a nossa PEC. Não é à toa que, nas últimas semanas, por duas vezes, a PEC teve sua tramitação adiada. Neste momento, é de suma importância que cada um dos apoiadores da luta por mais direitos para a juventude intensifique a abordagem de cada senador e senadora, dentro e fora do Senado, fazendo com que a aprovação da PEC ocorra sem percalços e o mais rápido possível.

É neste esforço, que esta semana, todos os conselheiros e conselheiras do Conjuve estarão visitando o Senado Federal. Ao mesmo tempo, ocorrerá em Brasília um encontro de Juventudes Partidárias, do governo e da oposição. Todos com um só objetivo: garantir a aprovação do texto da PEC sem emendas. Mesmo quem não estará em Brasília pode e deve ajudar, enviando e-mail para os senadores, procurando estes parlamentares nos seus Estados, solicitando apoio de lideranças políticas locais e buscando espaço nos meios de comunicação.

A juventude não pode esperar!

*Danilo Moreira é Secretário-Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude e foi Coordenador da 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude

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Data Histórica: OEA revoga suspensão a Cuba


Esta quarta-feira 03 de junho é uma data que passará para história da América: a Organização dos Estados Americanos (OEA) revogou a suspensão contra Cuba que vigorava desde 1962, em razão dos vínculos "marxistas-leninistas" do regime.

A anacrônica proibição foi suspensa por unanimidade das chancelerias presentes a 39ª Assembleia Geral do órgão, em São Pedro Sula, Honduras.
"A resolução VI adotada em 31 de janeiro de 1962 na 8ª reunião de consulta de ministros das Relações Exteriores, mediante a qual se excluiu o Governo de Cuba de sua participação no Sistema Interamericano, fica sem efeito na Organização dos Estados Americanos", diz o primeiro ponto da nova resolução.

A volta de Cuba, no entanto, não está acertada. A própria Ilha alega não ter interesse em retornar a OEA por considerá-la um instrumento dos interesses norte-americanos na região. O líder e ex-presidente cubano Fidel Castro fez duras críticas ao organismo em sua coluna na impresa daquele país. "A OEA foi cúmplice de todos os crimes cometidos contra Cuba", alegou.

A despeito de seus efeitos práticos, a posição adotada pelos países nesta quarta-feira tem grande valor simbólico e político, pois é mais um passo patrocinado pela união das nações latino-americanas para por termo ao injusto isolamento imposto ao país socialista e mira um objetivo maior: acabar de uma vez por todas com o embargo genocida imposto pelos EUA, há mais de 40 anos, contra Cuba e seu povo.

Fonte: www.ujs.org.br

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

UJS/MS participa de encontro com presidente do Conjuve


Com a presença de David Barros, presidente do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), a UJS/MS esteve presente no encontro que reuniu lideranças de juventude de várias entidades, como, JPT, JPMDB, UCE, OMEP e representantes do conselho municipal.

Na ocasião, David Barros relatou as ações desenvolvidas pelo conselho e as demandas em relação ao Plano Nacional de Juventude que estabelece metas de políticas públicas para juventude nos próximos 10 anos, no entanto, para a concretização do projeto, falta sua aprovação no plenário. " Lutamos para aprovar no sentido de não ser apenas um plano coméstico, mas sim efetivo na promoção dos direitos da juventude" afirma David.

A aprovação do Plano Nacional de Juventude significa uma conquista histórica, fruto de uma mobilização social envolvendo setores da sociedade civil e principalmente das entidades de juventude. O projeto encontra-se em tramitação no congresso e pode ser votado ainda este ano.

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Movimento “Da unidade Vai Nascer a Novidade” divulga manifesto para o Congresso da UNE



Manifesto do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" - Um chamado ao movimento estudantil



"Pode chegar
Que a festa vai
É começar agora
E é prá chegar quem quiser
Deixe a tristeza prá lá
E traga o seu coração
Sua presença de irmão
Nós precisamos
De você nesse cordão..."
(Gonzaguinha)


O movimento estudantil brasileiro celebrou, nos anos de 2007 e 2008, uma sólida unidade a partir da qual a UNE pode protagonizar grandes campanhas e conquistar importantes vitórias, que são patrimônio de todos os estudantes brasileiros. Dois marcos históricos foram simbólicos desse momento: quando, em 1º de fevereiro daquele ano, reconquistamos o terreno que a ditadura nos tirou, e no 50º Congresso da UNE, quando milhares de estudantes debateram propostas para a educação e para o país e elegeram, a partir de uma ampla unidade, a nova diretoria da entidade. Um novo capítulo se abria, então, na história da UNE. Uma fase que nos exigiria maior maturidade, pois a unidade programática que forjávamos não se baseava simplesmente em composições, em espaços ou fóruns do movimento, mas, sim e fundamentalmente, era consolidada no cotidiano das lutas estudantis.

Era de conhecimento de todos que o momento político exigia também uma capacidade ímpar de apresentar formulações e proposições capazes de superar os desafios para mudarmos a cara da universidade brasileira e contribuirmos para o aprofundamento das mudanças em curso no país. Ao contrário do que alguns apontam por aí, essa tática não significa um adesismo a este ou a qualquer outro governo ou força externa ao movimento estudantil, mas consiste no caminho correto para materializar em conquistas concretas as bandeiras históricas da UNE.

Provas do êxito de nossas lutas, aconteceram mudanças profundas na universidade brasileira: a pauta deixou de ser apenas por mais financiamento para incorporarmos também a discussão do acesso e da permanência, da qualidade e da referência social, da garantia de mais direitos e conquistas para os estudantes. Avanços concretos, como a ampliação das vagas nas universidades públicas federais, o ProUni, o combate à lógica privatista da educação e o reconhecimento do dever do Estado em reparar as atrocidades cometidas contra o movimento estudantil pela ditadura militar foram atingidos.

Essa é a marca do último período - nunca uma gestão da UNE conquistou tanto e, talvez, nunca se exigiu tanto de uma diretoria da entidade. O estrato político do amadurecimento de quem esteve a frente deste processo esteve expresso no Projeto de Reforma Universitária da UNE, aprovado pela imensa maioria dos CAs e DAs presentes ao 12º Coneb.

Mas ainda será necessário muito mais. As conquistas devem aumentar nossa motivação e capacidade de mobilização. Para isto, um novo Congresso da UNE se aproxima e, com ele, faz-se necessário vislumbrarmos novos desafios para os estudantes brasileiros.




"Vamos levar o samba com união
No pique de uma escola campeã..."


Uma unidade programática não pode, de forma alguma, desconstituir a identidade de cada movimento e corrente política que a compõe. Aliás, a unidade consegue ser mais sólida e duradoura quando serve ao crescimento da representatividade de todos os que dela participam. Em última instância, o crescimento e o enraizamento desse conjunto de correntes é o que faz a UNE forte, unitária, coesa e presente em cada universidade.

Temos nome e independência. Somos diferentes. Mas, principalmente, somos capazes de reconhecer fortes elementos de convergência, que são razões para a ação comum. Talvez o elo central a unir nossas forças políticas no próximo período seja a disputa que se avizinha, em 2010. Mais do que uma eleição, tal evento será o desfecho de uma disputa política pelos rumos de nosso país – será a luta entre os que defendem os interesses do povo e a soberania da nação contra as forças neoliberais, representantes da banca internacional e defensores da submissão do país aos ditames das grandes potências capitalistas.

Nosso campo é o que busca criar as condições para enfrentar as dificuldades impostas pela crise capitalista e impulsionar as mudanças iniciadas em nosso país a partir da eleição de 2002. Para tanto, é fundamental não pulverizarmos esforços e mantermos a unidade para enfrentar os verdadeiros inimigos.

É neste contexto que a UNE se prepara para eleger uma nova diretoria. Acreditamos que tal realidade política deve estar presente nos debates do Congresso e refletida na próxima diretoria da entidade, buscando aglutinar as forças que compartilham dessas idéias - notadamente as juventudes do recém lançado Partido Pátria Livre (antigo MR-8), do Partido dos Trabalhadores, do Partido Democrático Trabalhista, do Partido Socialista Brasileiro, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro e outras - num mesmo campo político.

Nesse momento, a nossa responsabilidade é apontar caminhos para que nossa entidade possa influir na realidade política do Brasil, contribuindo para impedir retrocessos e ajudando a estimular o ciclo de desenvolvimento aberto nos últimos anos.

No fundamental, esse desejo é coletivo e está expresso nas propostas levantadas por cada corrente que compõe a UNE. O momento, portanto, cobra maturidade. Exige capacidade para cimentar e ampliar nossa aliança, para renovar nossas lutas. A responsabilidade primeira para atingir tais objetivos é nossa e pretendemos cumpri-la exercitando a grande política – que exige a humildade para ouvir e assimilar opiniões, mas também a firmeza para superar dificuldades e apontar caminhos.

Caminhos que possam reafirmar a luta do movimento estudantil até aqui e, principalmente, dar um salto de qualidade capaz de materializar nossos ideais de transformação da educação e da realidade do país.

Movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade"
Rumo ao 51º Congresso da UNE

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Presidente da UJS fala sobre o movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade

O presidente nacional da UJS, Marcelo Gavião, fala neste vídeo sobre a conjuntura política em que acontece o 51º Congresso da União Nacional dos Estudantes e sobre os avanços que o país obteve nos últimos anos.
Relacionando a batalha atual com os desafios políticos de 2010, Gavião convoca a militância da UJS e os apoiadores do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" a construir o maior processo de mobilização já visto para um congresso da UNE.

ASSISTA video

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'O Globo' se desculpa pela manipulação grosseira contra Lula

O jornal O Globo desta quarta (13) deve ter surpreendido a muitos. O diário se desculpa pela capa apresentada no dia anterior, quando estampou uma foto do presidente Lula, que desceu do carro para conversar com pessoas que faziam uma manifestação. A foto deixa a entender que houve enfrentamento.

'O Globo' desmente sua capa

O jornal de terça (12) trouxe uma grande foto com a retranca: “Lula enfrenta protesto”. A legenda dizia: “O presidente Lula discute com manifestantes que reclamavam de problemas no programa habitacional do governo. Foi o primeiro protesto que ele enfrentou desde que passou a despachar no CCBB, em Brasília”. Ou seja, a população não agüenta mais o Lula.
Na foto, um manifestante está com a mão no ombro de Lula. E o presidente com uma cara de mal e o dedo em riste olhando para ele. Não há dúvida para quem vê somente a capa do jornal: houve confusão, empurrões e os manifestantes partiram pra cima do presidente.
Mas quem se deu ao trabalho de ler a matéria correspondente, que estava na página 4, pode entender o que aconteceu. Quando chegava ao local onde despacha atualmente, o presidente se deparou com uma manifestação de pessoas que queriam dialogar diretamente com Lula sobre o programa habitacional. Na verdade, o que eles não queriam era passar pelo governo do Distrito Federal, administrado pelo DEM.
Segundo o próprio jornal informou, os manifestantes “temem que o governo de José Roberto Arruda privilegie as grandes construtoras, em detrimento das famílias com renda de até três salários mínimos”.
Lula, com seu espírito democrático, desceu do carro e questionou o que os manifestantes queriam, prometendo conversar com o governador do DF. Ou seja, nada de confronto como O Globo quis mostrar. E mais, quando desceu do carro, o presidente foi ovacionado com “Lula, eu te amo!”.
Mas por que O Globo fez esse mea culpa na matéria? Pois não é de hoje que o diário carioca faz algo do tipo. Na verdade, um recurso comum de manipulação de foto e matéria de capa. Eles sabem que boa parte dos leitores olha apenas a capa nas bancas e muitos que compram o jornal não lêem todo o conteúdo, se prendendo mais nas fotos e no título.
Bom, o jornal não diz exatamente o motivo de admitir o erro, talvez muitos leitores tenham enviado cartas ou mensagens criticando a postura do jornal. Nas Cartas dos Leitores não há uma sequer comentando o caso. Outro possível motivo seria as incessantes manipulações do Globo, que já estaria caindo em descrédito com a sociedade.
Por fim, vale lembrar que o reconhecimento do erro não mereceu o destaque da foto do dia anterior, mas apenas um pequeno pedaço no canto da capa e na parte de baixo.
Diz o texto com o título “Lula e os manifestantes”, que, aliás, não diz nada sobre o que se trata: “Texto na primeira página do Globo de ontem deu a entender que o presidente Lula teve enfrentamento com manifestantes. Pelo contrário, ele ‘ganhou’ o grupo, como registrou corretamente a reportagem na página 4”.
Agora é esperar a próxima capa do PIG (Partido da Imprensa Golpista), como gosta de se referir o jornalista Paulo Henrique Amorim.

* Marcos Pereira é jornalista do PCdoB/RJ.

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quinta-feira, 30 de abril de 2009


Em reunião nesta terça-feira, dia 29, a UJS/MS apresentou as propostas do movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade para os representantes dos DCE’s das principais universidades de Campo Grande, concretizando assim, uma aliança forte e organizada entre as entidades e lideranças estudantis, garantindo uma presença massiva da bancada de Mato Grosso do Sul no 51° Congresso da UNE.
Estiveram presentes neste encontro o presidente do DCE da UCDB, Rafael Meirelles, o representante do DCE da UFMS, Robson Luiz, o presidente do DCE da Estácio de Sá, Bruno Zottos, o representante do DCE da UNIDERP, Antonio Neto, o presidente da UEE/MS, Anderson Ribeiro, o presidente estadual da UJS, Waldely Vaneli acompanhado de membros da executiva da entidade.
Este é um momento singular na história do M.E de Campo Grande, onde o movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade sinaliza o fortalecimento dos estudantes da região. “Estamos dando um passo importante, unindo os DCE’S e UEE em torno da construção do movimento para o congresso da UNE, levando uma bancada expressiva do Estado. Esta união reflete um novo momento do M.E no Estado.” Afirma Waldely Vaneli.
O presidente da UEE/MS, Anderson Ribeiro, relatou a importância desta aliança com a UJS, chamando-a de uma parceira histórica. “Acredito que o movimento estudantil passa por uma transformação, e parceria como esta contribuem para o fortalecimento das entidades e dos estudantes.”
Entre todas as entidades, uma observação é unânime: é necessário aumentar a participação dos estudantes do Estado nas pautas nacionais, para isso a formação da unidade é ponto decisivo para obter estas conquistas.
Para dar início na caminhada rumo ao congresso, foi constituído uma comissão formada por seis membros que serão responsáveis por otimizar a organização das eleições nas universidades e auxiliar no processo de tiragem de delegados. A próxima reunião já tem data marcada e definirá o calendário das eleições. O movimento da Unidade vai nascer a novidade conclama a todos os a acadêmicos a fazerem parte desse importante momento, vamos juntos fazer do 51° congresso da UNE massivo e participativo.

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

MILITÂNCIA DA UJS, ATENÇÃO!

O DIA 1º DE MAIO, A PARTIR DAS 09 HORAS, TODOS À PRAÇA DO RÁDIO!

Nesta sexta-feira (Dia 1º de maio), a partir das 09 horas, na Praça do Rádio, em Campo Grande, será realizada a manifestação do Dia Internacional dos Trabalhadores de MS.

A manifestação é uma iniciativa do Comitê Popular e Sindical contra a Crise e o Desemprego de MS, formado pelo conjunto das centrais sindicais, movimentos sociais e partidos progressistas de Mato Grosso do Sul. Esse Comitê, que marca um momento inédito de unidade dos movimentos populares de MS, prepara uma agenda de lutas para o enfrentamento da crise capitalista e seus efeitos na vida população sul-mato-grossense. Os propósitos do Comitê estão no Manifesto/Carta Aberta à população que segue em anexo a esta mensagem.

O Dia Internacional dos Trabalhadores não pode ser considerado apenas um feriado comum, um dia descanso ou de festa, mas um dia de reflexão, mobilização e luta dos trabalhadores e trabalhadoras! Portanto, é um dever de todo militante comunista ser um partícipe ativo do 1º de Maio, uma vez que está na condição de membro de uma organização política que pretende ser a vanguarda do proletariado na luta pela superação do capitalismo e pela construção da sociedade socialista!

Sua participação é muito importante! Vamos levar as bandeiras do PCdoB, da UJS , da CTB, da UNE, do DCE/UFMS e de outras entidades das quais participamos e contribuir para esse momento de retomada das lutas populares no país e em nosso estado.

Saudações socialistas!
PCdoB

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

UJS/MS no lançamento do Comitê Popular e Sindical Contra a Crise e o Desemprego

A União da Juventude Socialista, em conjunto com diversas outras entidades que integram o Comitê Popular e Sindical Contra a Crise e o Desemprego, participaram na semana passada, dia 17, do ato de lançamento na FETEMS. A atividade contou com a presença de Moacir Abreu, presidente estadual do PCdoB e Artur D'amico, coordenador do DCE/UFMS e representante da UNE, além da aguerrida militância da UJS/MS.

Veja as fotos.








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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Razões para construir a maior campanha para um Congresso da UNE

Escrito por Fernando Borgonovi, jornalista e diretor de Comunicação da UJS

Somos herdeiros de um legado de 25 anos contínuos de atuação no movimento universitário. Nosso compromisso é com essa história.


A militância da UJS terminou 2008 e iniciou 2009 sob o signo de uma batalha política de grande importância, certamente a maior deste ano: o 51º Congresso da União Nacional dos Estudantes. Em consonância com tal responsabilidade, a direção nacional lançou o desafio de somarmos esforços para construir o maior processo de mobilização já visto nesses 25 anos de atuação de nossa entidade no movimento estudantil universitário.

Ambicioso, tal objetivo está longe de ser um fetiche ou compor uma fraseologia para emular a militância. É preciso inscrevermos a batalha da vez dentro do contexto político do país e dos objetivos colocados à UJS desde nosso 14º Congresso.

Na ocasião, levantamos o lema "Se o presente é de luta, o futuro nos pertence" para demonstrar que, no limite, a intervenção na realidade de hoje é que pode garantir a aproximação de nosso objetivo estratégico - a construção da sociedade socialista. Ao entender o processo político e as condições de acúmulo de forças atuais, elegemos a disputa de rumos do nosso país, que acontecerá em 2010, como o momento político principal do qual participará toda uma geração de jovens socialistas.

Momento rico da vida militante
Pois é nesse contexto mais alargado que deve ser analisada a construção da campanha da UNE. No fundo, a pergunta é: qual contribuição cada um de nós pode dar, a partir da luta cotidiana, para que nossa entidade possa de fato influir nos rumos do país?

A possibilidade de visitar cada sala de aula e discutir os problemas da universidade, da educação e do país deve ser vista como a ocasião para o exercício daquilo que indica a tradição do movimento revolucionário de fazer política: ligar a luta específica, cotidiana, com a pauta geral de transformação da sociedade.

Munidos dessa certeza, devemos ter a obsessão de construir uma mobilização que dialogue com os milhões de estudantes universitários do país, que seja capaz de eleger e levar a maior e mais politizada delegação ao Congresso a UNE. Assim, manteremos a entidade histórica, num momento político sem precendentes, sob condução da linha mais consequente que, hoje, é representada pela UJS e as forças aliadas.


Filiar, filiar e filiar

Ao mesmo tempo, é nosso desafio filiar um amplo contingente desses estudantes à nossa organização. A UJS que sinalizamos construir em nosso 14º Congresso - de sua terceira fase, a de consolidação - ainda está longe de ser plenamente materializada.

Chegar ao patamar de uma entidade de milhões de jovens, distribuída em diversas frentes de atuação e enraizada em milhares de núcleos é, por certo, tarefa de longo fôlego, que não se esgotará numa palavra de ordem nem depende só da vontade dos militantes.

Mas é preciso dar consequência a esse projeto. Portanto, nada mais apropriado do que um processo de mobilização que passará por milhões de estudantes para dar impulso. O desafio é filiar, ao longo da maior campanha de nossa história para um Congresso, milhares de universitários à UJS.


Compromisso de gerações

Somos herdeiros de um legado de 25 anos contínuos de atuação no movimento universitário, sendo quase vinte deles à frente da UNE. Antes de merecermos os "louros da vitória", temos um compromisso com gerações passadas, presentes e futuras de jovens socialistas. Hoje, esse compromisso se expressa na construção da maior campanha já vista para um Congresso da UNE.

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Entrevista com o coordenador do DCE/UFMS, Artur D'amico

Artur D'amico, militante da UJS e coordenador geral do DCE da UFMS, em um bate papo nos corredores da universidade, explica as novidades do 51° Congresso da UNE e a participação da juventude sul-mato-grossense neste processo.
Confira na íntegra a entrevista!



1.Artur, quais são as novidades que o 51° Congresso da UNE apresenta nesta edição?

A novidade para este 51° Congresso da UNE é a participação dos estudantes da EAD (Educação Aberta e à Distância). A eleição dos delegados(as) de ensino à distância será realizada com base no número total de estudantes matriculados
no estado de cada IES, independente desta ser multi-pólo, ou estar presente em apenas um município.O processo eleitoral nas IES de ensino à distância, será organizado exclusivamente por comissão de estudantes desta modalidade de ensino.


2.Como será a participação do DCE da UFMS neste processo?


O DCE da UFMS conduzirá o processo da eleição dos delegados em toda a Universidade; lembrando que 1000 alunos matriculados equilavem a 1 delegado. Essa proporção é de acordo com o número de acadêmicos matriculados por município. O Diretório é responsável por publicisar o regimento do 51º CONUNE, elaborar o edital contendo os dias de campanha e também da eleição, além da missão de contribuir para a maior mobilização já vista em Congressos da UNE.


3.O movimento DA UNIDADE VAI NASCER A NOVIDADE vem discutindo e debatendo os rumos do M.E em todo o Brasil. Como está a formação desta frente em Mato Grosso do Sul?


Assim como nos outros estados, em Mato Grosso do Sul o Movimento "Da unidade vai nascer a novidade" vem ganhando força desde o 12º Coneb, quando a tese foi apresentada ao conjunto do Movimento Estudantil. De lá pra cá o nosso movimento conseguiu agregar cada vez mais adéptos, seja pela sua organização e também pelo conjunto de idéias que conseguem enxergar as principais reinvindicações do Movimento Estudantil.

4.Quais são as propostas do movimento DA UNIDADE VAI NASCER A NOVIDADE que você destacaria como relevantes para a realidade sul-mato-grossense?

Eu creio que o conjunto da tese "Da unidade vai nascer a novidade" é relevante tanto para o Mato Grosso do Sul como o é para todo Brasil. Porém, destaco duas propostas que são bandeiras históricas do M.E no nosso estado: paridade nas eleições para reitor (IES públicas) e uma assistência estudantil que possa atentender a demanda dos acadêmicos.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

ATENÇÃO!

O 51° Congresso da UNE está chegando com novidades!
O movimento DA UNIDADE VAI NASCER A NOVIDADE já está a todo vapor!
Entre em contato conosco!

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UNE e UBES apoiam fim do vestibular e cobram assistência estudantil


A luta pelo fim do vestibular, travada pelas entidades estudantis e outras vinculadas à educação, ganhou novo impulso. UNE e UBES se opõem ao vestibular por considerá-lo elitista, uma barreira sócio econômica e injusto, posto que numa única oportunidade coloca em xeque o futuro do estudante.

Os estudantes cobram uma avaliação única que avance na instituição de um sistema nacional. O MEC planeja que o ENEM seja a prova nacional, que valerá para todas as universidades federais que aderirem, e os estudantes poderão ingressar na universidade compatível com a classificação obtida.

Embora favorável ao fim do vestibular, Lúcia Syumpf, presidente da UNE, critica a forma como o ministério vem encaminhando as discussões. "O ministro não consultou as entidades e está construindo uma proposta ouvindo apenas os reitores", diz. "Concordamos com a prova única, pois isso ajuda na constituição de um sistema nacional de educação. Na nossa visão, o palco para a construção desse debate é a Conferência Nacional de Educação", completa.

"Acabar com o vestibular é uma luta dos estudantes, pois, além de ser socialmente excludente, colocar o futuro do estudante em uma única avaliação é injusto", considera Ismael Cardoso, presidente da UBES. A liderança secundarista salienta que, aos moldes como é realizado hoje, o vestibular condiciona todo o ensino médio, que acaba voltado a fazer o aluno passar no teste. "Terminar com o vestibular não é apenas acabar com a prova, mas mexer com a estrutura do ensino médio", avalia.

Mais dinheiro para assistência estudantil

Em reunião com o ministro Fernando Haddad, a UNE e a UBES cobraram a ampliação dos recursos destinados à assistência estudantil como pressuposto para a eficácia da medida. "Cobramos mais verbas para assistência estudantil, num contexto mais amplo, para jovens de baixa renda das universidades públicas e privadas, em reunião com o ministro. Com uma prova única, a necessidade aumenta ainda mais porque muitos estudantes deverão estudar fora de seus estados de origem, exigindo ampliação de moradias, restaurantes universitários, passe estudantis", segundo Lúcia.

"É uma medida que precisa, para dar certo, de investimentos em assitência, pois um aluno poderá entrar numa universidade de outro estado e isso exigirá recursos para mantê-lo", reforça Ismael.

De São Paulo,
Fernando Borgonovi
www.ujs.org.br

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

É agora: começa nesta quarta a eleição de delegados para o Congresso da UNE


É agora: começa nesta quarta a eleição de delegados para o Congresso da UNE

Tem início nesta quarta feira (01/04) a eleição de delegados para o 51º Congresso da União Nacional dos Estudantes. O processo eleitoral acontece em voto em urna, por universidades, e cada chapa participante do pleito terá direito de enviar ao Congresso o número de delegados proporcional aos votos obtidos.

Os integrantes do movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade já estão posicionados, em todos os estados do país, e devem começar imediatamente os processos com o objetivo de atingir um grande contingente de estudantes e realizar a maior campanha já vista para um Congresso da UNE.

Para tanto, é imprescindível que a militância da UJS esteja consciente do tamanho do desafio que está colocado. "Realizar a maior campanha já vista para um Congresso da UNE não é uma questão de marca que estabelecemos. É uma necessidade política que precisamos atingir para vencer o Congresso e impulsionar o movimento estudantil nas grandes batalhas que teremos até as eleições de 2010, que talvez seja o maior desafio dessa geração de militantes", observa Márcio Cabral, diretor de movimento estudantil universitário da UJS e coordenador do movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade.

Todo gás para embalar a campanha

Dar conta desse recado vai exigir muita concentração, disposição e capacidade de diálogo por parte dos membros da UJS, avalia Ossi Ferreira, responsável pela mobilização nacional da UJS. "Toda a UJS deve estar pulsando em sintonia com essa campanha. Desde já é preciso definir as tarefas de todos os militantes, com ênfase especial para a eleição dos delegados. Estamos na fase de fazer engrenar a mobilização, passando nossa tropa em revista, dividindo responsabilidades e invadindo as universidades de acordo com os planejamentos elaborados em cada local e discutidos com a direção nacional", diz.

"Igualmente é necessário estar inteirado dos debates que nosso movimento, Da Unidade Vai Nascer a Novidade, propõe para o Congresso. Reuniões, encontros e debates já foram realizados. Panfletos, adesivos, cartazes e cupons já foram confeccionados e enviados para os estados. Portanto, nossa campanha já tem todas as condições de ir para as salas de aula", completa Ossi.

Atenção às regras da eleição

Para não vacilar, todos os passos do procedimento eleitoral da UNE (as regras completas podem ser encontradas no www.une.org.br) devem estar na memória e na ponta da língua dos militantes.

"Nesse método de eleição, os menores detalhes podem atrapalhar, o que requer muita organização de nossa parte. Uma das características da nossa força política em seus 25 anos de ligação com o movimento estudantil é o zelo pela democracia. Por isso, somos os mais determinados em observar todas as regras eleitorais definidas pela UNE", alerta Márcio Cabral.

Política de finanças para a campanha

Outro ponto decisivo para o sucesso da campanha é o planejamento financeiro e a busca coletiva para alavancar os recursos necessários para a mobilização e transporte. Segundo Anderson de Oliveira, diretor de finanças da UJS, "de maneira a possibilitar que os locais compartilhem a responsabilidade pela obtenção dos recursos, fizemos e distribuímos cupons para que a militância faça pedágios e atividades de arrecadação".

"Ao lado da movimentação para viabilizar as movimentações do cotidiano da campanha, é dever das direções anteciparem os contatos para conseguir o transporte das delegações, tanto para os congressos de entidades estaduais quanto para o Congresso da UNE", conclui.

De São Paulo,
Fernando Borgonovi
Última atualização ( Qua, 01/04/09 12h38 )

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terça-feira, 31 de março de 2009

UJS/MS PARTICIPA DA CRIAÇÃO DA FRENTE PARLAMENTAR DE JUVENTUDE


No intuito de discutir a criação de uma frente parlamentar de juventude, a UJS/MS esteve presente nesta segunda feira, dia 30, na assembléia legislativa em conjunto com representantes de outras entidades para avaliar a proposta feita pelo Deputado Estadual Paulo Duarte – PT que vai apresentar o projeto ao legislativo.
A entidade foi representada pelo quadros da executiva estadual, Waldely Vaneli, presidente estadual, Thiago Custódio, secretário de formação, Artur D’amico, coordenador do DCE/UFMS e Robson Souza coordenador do Coletivo Universitário. A coordenadoria Municipal de Juventude de Aquidauana, a coordenadoria do Fórum de Gestores de Políticas Públicas para a Juventude, o Conselho Municipal de Juventude de Campo Grande também participaram do evento.
A criação da frente parlamentar de juventude consiste na ampliação dos espaços de discussão referentes à juventude no Estado, já que, de maneira geral, é um setor que sofre com várias dificuldades.
Para Waldely Vaneli a UJS/MS deve estar a frente desta empreitada. “Participamos e estimulamos a criação da frente parlamentar por ser mais um espaço de diálogo da juventude. Assim, as proposições e reivindicações podem virar de fato política de Estado, pois os espaços institucionais de juventude em Mato Grosso do Sul são frágeis ou inexistentes. A frente vem para ser este instrumento de referência as implementações de política públicas de juventude.”
A UJS vive um momento significativo em Mato Grosso do Sul, pois pela primeira vez elegeu um coordenador para o DCE da maior universidade do Estado, a UFMS, além de tornar-se referência quando o assunto é militância e organização.
“A UJS/MS vem a cada dia se organizando mais. Estamos nos grêmios, no movimento hip hop, cultural e nas universidades debatendo e colocando no cotidiano da juventude um papel de protagonismo, tornando-se agentes participativos da sociedade. A militância da UJS caracteriza- se pela rebeldia e a consciência política revolucionária fatores que nos coloca na responsabilidade de sempre lutar na ampliação dos espaços de diálogo da juventude, desde a organização social como as formas institucionais.” relata Vaneli.

De Campo Grande – MS
Rafaela Muniz

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quarta-feira, 25 de março de 2009

PCdoB comemora 87 anos!

Hoje, dia 25 de Março, a militância vermelha comemora os 87 anos de luta do Partido Comunista do Brasil, o partido mais antigo e atuante do país.
Assista ao vídeo histórico produzido pelo cineasta Ruy Santos em 1945.

http://www.youtube.com/watch?v=GBwxg_75-sg


Mensagem de comemoração dos 87 anos de fundação do PCdoB


Neste 25 de março, o PCdoB inicia seu 88º ano de luta, em uma situação singular, desafiante e promissora. O Partido prepara o seu 12º Congresso para tirar dela todas as conseqüências.

No mundo todo é grave a crise do capitalismo, a pior em oito décadas, pelo menos. Os trabalhadores e os povos pagam caro por ela, sobretudo com o desemprego, que reclama resposta unitária e vigorosa. A crise traz à luz a falência do sistema baseado na exploração do trabalho pelo capital, a começar por seu coração, o imperialismo estadunidense.

Esta é uma crise não só financeira, mas de toda a economia e também da ideologia do capital. As teses neoliberais vendidas ao mundo durante 30 anos como verdades eternas se espatifam. O Fórum dos burgueses em Davos balbucia autocríticas. Alan Greenspan, papa do culto liberal, pede a estatização dos maiores bancos americanos. Os apóstolos do “livre mercado” agora apelam para pacotes estatais de socorro, “regulação”, “refundação do capitalismo” e para um feroz surto protecionista. O discurso da “globalização” neoliberal caiu por terra: em vez da prosperidade, o entrelaçamento mundial do capital trouxe o alastramento da crise de Wall Street para a Europa, o Japão, o planeta. A “liderança” dos EUA declina, numa transição para um novo quadro de forças mundial.

A crise encerra ao mesmo tempo perigos e oportunidades. Para os comunistas, a oportunidade é de superar o velho regime burguês, libertar os trabalhadores, retomar a alternativa socialista.

O foco do Congresso do PCdoB será atualizar seu programa de transição ao socialismo. É tempo de impulsionar a teoria da revolução, aprender com as experiências socialistas do século 20, com as que prosseguem e as que brotam na América Latina rebelde, de dar mais concretude e força mobilizadora à proposta socialista, balizar o caminho da revolução brasileira.

É este o norte de toda a ação do Partido, de resistência ativa, acumulação de forças, alianças e luta, construção de alternativas progressistas, reformas estruturais e rupturas para a superação revolucionária do capitalismo. Nesse percurso - com o país vivendo uma experiência de novo ciclo político com a eleição de Lula junto com as forças democráticas e de esquerda, com forte apoio popular; e, ainda, num ciclo de expansão do PCdoB - abrem-se perspectivas para aprofundar a luta contra o neoliberalismo no Brasil, no rumo de desenvolvimento, democratização política e social, defesa do meio ambiente, e da afirmação crescente da soberania nacional e integração continental.

Neste 87º aniversário, o PCdoB convoca seus mais de 100 mil militantes para que façam um 12º Congresso na melhor tradição comunista: um processo de estudo, discussão e deliberação coletivas, democráticas, vigorosas, com os olhos postos na prática da luta política e social. Chama mais trabalhadores, intelectuais, jovens, mulheres e homens conscientes a entrarem no partido e darem a sua contribuição ao congresso. Convida as demais forças de esquerda a opinarem também sobre esta pauta, em um diálogo mutuamente enriquecedor, para construir uma esquerda cada vez mais necessária ao Brasil e aos brasileiros.

Voltados para o presente e o futuro, não esquecemos a saga dos 87 anos passados, que reafirmamos e continuamos. Honra aos fundadores do Partido Comunista do Brasil; aos insurretos de 1935; aos reorganizadores do PCdoB revolucionário em fevereiro de 1962; aos guerrilheiros do Araguaia e todos os comunistas da resistência à ditadura; aos que mantiveram o rumo quando era mais densa a treva neoliberal. Deles herdamos a bandeira vermelha da foice e do martelo. A eles dedicamos os avanços que perseguimos nesta situação singular, desafiante e promissora.

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Coneg: "O Congresso da UNE já está na rua"

Nos dias 21 e 22 de março acontecerá o Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) da UNE, na cidade de São Paulo. A reunião de UEEs e Diretórios Centrais de Estudantes definirá a data, o local e convocará oficialmente o 51º Congresso da União Nacional dos Estudantes. O encontro também elege a Comissão Nacional de Credenciamento e Organização (CNCO) e aprova o regimento interno do Congresso.

São esperados DCEs de universidades públicas e particulares de todo o país. As entidades cadastradas já estarão em condições de realizar o processo de eleição de delegados em suas universidades. No caso de instituições de ensino que não tiveram representação estudantil no Coneg, o processo poderá ser desencadeado a partir de uma comissão de estudantes que coordenarão as eleições no local.

"O processo de Congresso, na realidade, já começou quando realizamos um grande e vitorioso Coneb e construímos o Projeto de Reforma Universitária da UNE. Mas agora, depois do Coneg, tem início o processo de eleição de delegados propriamente dito. O Congresso toma às salas de aulas, os ambientes da universidade", diz Márcio Cabral, diretor de Movimento Estudantil Universitário da UJS.

O movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade, do qual a UJS participa, está mobilizando uma grande delegação de entidades para o evento. "Nosso movimento já realizou intenso processo de debates com os Centros Acadêmicos e agora faz o mesmo com os DCEs. Vamos com toda a força construir a maior mobilização da história dos Congressos da UNE. O Congresso da UNE já está na rua", aponta.

De São Paulo,

Fernando Borgonovi
UJS/ NACIONAL

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terça-feira, 10 de março de 2009

PC do B e UJS, juntos na luta pelo Dia da Mulher

Após vários anos sem ter uma grande mobilização contando com movimentos sociais, sincidicatos e partidos, aconteceu dia 7 de março uma mobilização com mais de 150 pessoas para exaltar esse dia que revela a luta da mulher que diariamente ainda sofre vários tipos de abusos e preconceitos. Nesse dia, a militância da UJS e PCdoB estiveram presentes reafirmando a defesa desta bandeira.
A UJS e o PC do B foram um dos apoiadores do evento colaborando na estrutura e organização da mobilização, mostrando-se como, instituições atuantes e combativas na sociedade, buscando sempre a melhoria das condições de vida do povo, levantando bandeiras de ação e apoiando lutas que só trazem uma nova visão de mudança e esperança para aqueles que pensam que outra sociedade é possível.
Além da militância vermelha, estiveram presentes a RECID, Consulta Popular, DCE-UFMS, FETEMS, CUT, MMC, ASSEMBLÉIA POPULAR, CIMI, CPT, MANDATO THAIS HELENA, IBISS, CMS, MANDATO AMARILDO CRUZ, SINDJUS, MST, CONLUTAS, CNTE, MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES, SINDICATO DOS FERROVIÁRIOS, Conlutas, COLETIVO DE MULHERES NEGRAS e ECONOMIA POPULAR.

Por Robson Souza – Coletivo Universitário


Segue na íntegra o documento da Frente de Jovens Mulheres da UJS

Todos ao 8 de Março!
No dia 8 de março comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Dia de muita festa; dia de muita luta!
A opressão das mulheres conhece diversas formas que nos são apresentadas todos os dias. É uma prática com forte base cultural que tem seu início com divisão da sociedade em classes; por ser tão antiga, é vista com naturalidade e é amplamente aceita na sociedade. Somente com a superação das classes sociais poremos fim à exploração de gênero e jamais poderemos falar em socialismo pleno sem a derrota das concepções machistas reacionárias.
E apesar da superação total do machismo só ser possível com a extinção da propriedade privada, é possível conquistarmos avanços pontuais significativos mesmo nos marcos do capitalismo. Assim como na luta geral dos trabalhadores, as mulheres se engajaram e alteraram o curso da história: como o direito ao trabalho remunerado e não-doméstico, ao voto, ao divórcio, a freqüentar universidades, à contracepção entre outros. Nenhum deles veio de graça, ao contrário, foram todos fruto de muita mobilização ao longo dos anos, custou a vida de inúmeras mulheres. E hoje, apesar da mentira dos discursos burgueses, as mulheres estão muito longe ainda de encontrarem igualdade. Mesmo depois de tanta luta, ocupam ainda espaços de menor prestígio na sociedade, seja no trabalho, na política, na academia etc. São ainda vítimas de violências e preconceitos.
Isto exige de nós (mulheres e homens de consciência avançada) alto patamar de politização e combatividade no Dia Internacional da Mulher, para conscientizar mais e mais o povo brasileiro da necessidade de combater o machismo e de derrubar este regime cruel de exploração dos trabalhadores.
Por isso, neste 8 de março, não deixaremos de denunciar as mazelas da gravíssima crise econômica internacional ocasionada pela irracionalidade do capital, e vamos às ruas dizer que nós, mulheres, não vamos pagar por essa crise!
Além de denunciar veementemente a crise, não devemos em hipótese nenhuma deixar de pautar a questão da legalização do aborto, última barreira (do ponto de vista da legislação) à emancipação da mulher no Brasil e cuja criminalização só gera mortes, infecções e traumas em nossas jovens mulheres.
Por isso, nós, jovens socialistas em todo o Brasil, devemos nos engajar decididamente nas atividades comemorativas do 8 de Março em cada estado / região, fortalecendo o campo progressista, não-sexista, emancipacionista, ao lado de nossa entidade amiga, a União Brasileira de Mulheres – UBM, mas com a cara própria e a irreverência que são marcas da nossa juventude e da UJS.
Vamos todos ao 8 de Março!

Mariana R. Venturini – Direção Nacional da UJS – Frente de Jovens Mulheres
Paula Falbo - Direção Nacional da UJS – Frente de Jovens Mulheres

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Base das Moreninhas


Aconteceu nessa terça-feira, dia 20/01/2009, a primeira reunião da base da UJS nas Moreninhas, maior bairro da capital sul-mato-grossense. A pauta da reunião consistiu em apresentar o calendário de atividades propostas pela executiva estadual, além de avaliar a linha de atuação da entidade, definindo assim os novos rumos.
A base das Moreninhas tem demonstrado sua força de atuação e aglutinação, nesta reunião compareceram novos filiados que puderam compreender melhor a organização da União da Juventude Socialista.
Wilson Faria
Colaboração: Rafaela Muniz

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